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Em nova resolução, PAC prevê três projetos sucroenergéticos e exclui usina de E2G

Em nova resolução, PAC prevê três projetos sucroenergéticos e exclui usina de E2G

Entre os anos de 2026 e 2030, o novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) pretende fomentar mais de R$ 1 trilhão em investimentos em todos os estados do país. Um dos eixos é a transição e segurança energética, que prevê R$ 25,26 bilhões para combustíveis de baixo carbono.

Apesar de já existir uma lista de empreendimentos que vão receber recursos do programa, uma resolução foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) com novas indicações. Por meio dela, o governo definiu novas ações que serão enquadradas no PAC, uma lista com projetos que terão especificações alteradas e, ainda, os empreendimentos que serão excluídos do programa.

Ao todo, 2,8 mil novas ações serão incluídas no PAC, dentro de sete eixos. Na classificação “combustível de baixo carbono”, há três projetos relacionados ao setor sucroenergético: a produção de combustível sustentável de aviação (SAF, na sigla em inglês) pela Cocal; a usina de etanol de segunda geração (E2G) da Raízen em Jataí (GO); e a planta de etanol de milho da FS em Campo Novo dos Parecis (MT).

Já na lista de ações que serão retiradas do programa, está a construção de uma usina de E2G em Sertãozinho (SP). Apesar do documento não detalhar o nome da unidade, a localização indica que seja a Santa Elisa, que foi paralisada pela Raízen em julho.

O texto publicado no DOU também não especifica qual será o aporte estimado para cada empreendimento, mas afirma que eles serão definidos como “passíveis de transferência obrigatória de recursos financeiros” por União, estados, Distrito Federal ou municípios, de acordo com o projeto.

Especificamente para as obras do setor privado, a participação no PAC envolve acesso facilitado ao crédito e taxas competitivas.

Via Novacana

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